A RECUPERAÇÃO JUDICIAL É UM MEIO DE LIQUIDAÇÃO DISFARÇADA DE ATIVOS?

Autores

  • Leonardo Barros Corrêa de Araújo
  • Thiago Silva de Souza Nunes

Palavras-chave:

Recuperação Judicial, Liquidação, Ativos, Afetividade

Resumo

Este trabalho tem por objeto analisar a efetividade da Lei 11.101/2005, em especial, a importância da liquidação de ativos para a consecução do restabelecimento saúde financeira da empresa recuperanda. Para tanto, tomar-se-á por base a 2ª Fase do Observatório de Insolvência – Núcleo de Estudos de Processos de Insolvência – NEPI da PUC/SP e da Associação Brasileira de Jurimetria – ABJ, na qual se analisará as empresas em recuperação judicial no período de 01 de setembro de 2013 a 01 de junho de 2016. Assim, o artigo em questão terá enfoque bibliográfico, documental e exploratória, buscando responder se recuperação judicial é, em verdade, um meio de liquidação disfarçada de ativos ou uma apenas uma grande moratória.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2020-12-15

Como Citar

Barros Corrêa de Araújo, L., & Silva de Souza Nunes, T. . (2020). A RECUPERAÇÃO JUDICIAL É UM MEIO DE LIQUIDAÇÃO DISFARÇADA DE ATIVOS?. Revista Da Faculdade De Direito Da Universidade São Judas Tadeu, (9). Recuperado de https://revistadireito.emnuvens.com.br/revistadireito/article/view/130

Edição

Seção

Artigos